segunda-feira, 30 de março de 2009

Seres bípedes, racionais, pensantes?

Extima-se que há aproximadamente 6,7 bilhões de pessoas no mundo inteiro.
Essas se dividem em dois grandes grupos, o primeiro ninguém conseguiu definir com uma única palavra, já o segundo, abrange todo o resto.
Como podem imaginar, não é o segundo que me inspira a escrever.

Dentro desse grande grupo há obviamente infinitas ramificações que seguem para lugares dos mais simples aos mais curiosos.
Há aqueles que pouco fazem, mas esse pouco é o bastante que faz a diferença e algumas vezes afentam positivamente tudo o que os rodeia.

Há aqueles que tem sede, que pensam sempre em algo mais, que não cansam de querer, de buscar, de correr atráz. Eles querem mais para si, mais para os outros, querem mais, muito mais. O trabalho? É inversamente proporcional à vontade que eles têm de alcançar o que desejam. Eles sabem que nada é pior do que uma mente fraca e desprovida de aspirações, vontades, metas...

O tempo? Ah sim, como não falar do tempo? Um constante inimigo daquele segundo grupo. Para o primeiro? Ele não existe, ele é falso, mentiroso. O tempo engana, intimida, é traiçoeiro. Não, definitivamente ele não existe.

Bom, voltemos a falar daquele primeiro grupo. É, eles são curiosos, buscam sempre por novas experiências, idéias, aprendizados... Eles têm fome, fome do novo, não se prendem a velhos conceitos. Eles são desprovidos de preconceitos étnicos, raciais, religiosos, sexuais... Mas eles tem sim preconceitos. Preconceito contra a mediocridade, a alienação, a ignorância, o comodismo. Eles querem mudanças, enquanto houver algo de errado haverá uma certeza, de que eles não se calarão.

Quase esqueço de mencionar um contingente muito importante de pessoas, pertencentes ao primeiro grupo: aqueles que pensam. Segundo o dicionário aurélio, pensar é o ato de combinar idéias, formar pensamentos. Pensar é um ato singular, que depende de nós para nós e não de opiniões prontas. Acredite, apesar de sermos todos seres racionais, nem todos têm a capacidade de pensar. Há aqueles que além de pensar conseguem mais ainda, perceber a realidade, perceber que aqui não é o paraíso, que a vida não funciona como um conto de fadas e que acima de tudo, cabe a nós perceber o errado e ainda mais, buscar o certo. Não só quando nos diz respeito, mas também a outrem.
Poisé, esse grupo não é fácil de ser compreendido, ele não é a maioria. Mas enquanto esse grupo existir ficarei tranquila.

É sempre bom ter com quem conversar.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Coisas que me irritam profundamente

Briguinhas estúpidas no que diz respeito a times de futebol.
Taí uma coisa que nunca entendi.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Tudo valeu a pena, afinal.

Administração (Unifra) - APROVADA
Arquitetura e Urbanismo (ENEM) - APROVADA
Ciência Contábeis (UFSM) - à espera do listãoAPROVADA

Sim, eu gosto de ter opções.


Edit: PUTAQUEPARIU! Como dizem, não tem como explicar a sensação de passar em uma federal.
Só posso dizer que sinto como se todo meu esforço tivesse valido a pena, que nada foi em vão. E o melhor, o diurno só começa lá por julho. Por que? Não faço ideia, mas acho ótimo, agora farei o que eu quiser e essa sensação é ótima. Me sinto tão leve, tão feliz.

Adeus cálculos estequiométricos, até nunca mais história da Mesopotâmia, circuitos elétricos então, fiquem longe de mim.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

tempo.


Nunca desejei tanto que ele passasse mais rápido do que já é. Agora eu sei o que é contar os dias para que algo aconteça. Sim, esta é uma confissão de uma adolescente pré universitária em crise.
É agora no fim do ano que se pensa em tudo aquilo que se fez (ou deixou de fazer) e me sinto estranha com isso. É como se meu ano se resumisse em estudar dias de semana e festas no final de semana. Parei de fazer algumas coisas que eu gostava, o que antes era frequente foi se tornando raro. A semana passa rapido e os finais de semana mais rápido ainda, é como um piscar de olhos e começa tudo outra vez.
Odeio dizer isso, mas meu ano passou voando e infelizmente pela primeira vez eu consigo resumí-lo com palavras.
Mas não, não está sendo de todo ruim. Foi um ano de aprendizado, acredito que eu tenha crescido como pessoa, o conhecimento nos torna mais críticos, mais seguros de nossas próprias opiniões. Esse ano me tornou mais responsável, confesso que um pouco dessa responsabilidade eu não quero pra mim no ano que virá. Aprendi a dar menos valor a coisas pequenas, a complicar menos, a ser mais racional.
Espero que esse ano não tenha me tornado responsável demais; não, isso eu não quero.
Ainda tenho muitos planos irresponsáveis em mente.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Sinto fagulhas do sol, será que o verão se aproxima?


Há mil coisas que planejamos fazer, 99% dessas coisas costumamos deixar para amanhã, 99% dessas coisas que deixamos para amanhã não iremos fazer nunca.
Muitos de nossos planos pertencem ao futuro que pode ser daqui 1, 2, 10 anos... podemos planejar até uma vida inteira se quisermos. Com um piscar de olhos somos capazes de pensar mil coisas e fazer mil planos, mil alternativas de vida, mil opções para seguir.

Seria bom não ter que pensar no amanhã, que nossa vida fosse inacabável, que nossos corpos não parassem de funcionar, que não precisassem de reparos técnicos após algum tempo de uso.
É na certeza de que nossa permanência aqui é finita que permanecemos numa constante busca. A busca por um sonho, por um lugar, por um emprego, por uma aprovação.

Seria tão bom se o tamanho do objeto de nossas vontades não fosse diretamente proporcional ao trabalho que enfrentamos por eles.
Mas dias melhores virão.
O verão está chegando, e o inverno não dura para sempre.
É... aqui estou eu fazendo planos de novo.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Como as estações: depois do inverno frio, a calmaria da primavera e a alegria do verão.
Aconteça o que acontecer, o verão irá chegar e o inverno não dura pra sempre.

O que importa, afinal, é o agora.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Austrália la vou eu...




Sydney



Melbourne



Brisbane


Perth






Um dia...